Lançada no dia 11 de junho deste ano nos Estados Unidos, a segunda temporada de “Com amor, Victor” (originalmente nomeada de “Love, Victor”), série original da Hulu, até o momento vem recebendo 100% de aceitação da crítica e 93% de aprovação pela audiência, de acordo com os dados da Rotten Tomatoes. O website americano é responsável por agregar críticas de cinema e Tv.

No Brasil, quem trará a série ao público será a StarPlus (Star+), uma nova plataforma de streaming da Disney, que tem conteúdos voltados para um público mais adulto. A plataforma chegará ao país no dia 31 de agosto, porém ainda não se sabe se a série estreará também neste dia, o que tem deixado os fãs ansiosos.

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A segunda temporada de “Com amor, Victor” mostra a como o jovem Victor Salazar (Michael Cimino) vem lidando com as dificuldades da vida após se assumir gay. Em casa, com sua mãe religiosa e conservadora; na escola, onde o preconceito tenta impedi-lo de desempenhar seu papel como jogador de basquete; e em seu relacionamento com Benji (George Sear), que vem sendo testado diariamente.

Inspirada em “Com amor, Simon”, livro que posteriormente virou filme, a primeira temporada de “Com amor, Victor” mostra o adolescente quando acaba de se mudar com sua família para Atlanta, na Geórgia, enquanto tenta se ambientar na Creekwood High School, onde conhece Mia (Rachel Hilson), menina que logo mostra estar interessada por ele. As coisas só se complicam quando Victor conhece Benji, garoto com quem o jovem Salazar tem muito em comum. Confuso com os próprios sentimentos, Victor passa a se questionar sobre sua sexualidade e recebe ajuda de Simon Spier (Nick Robinson), ex-aluno do ensino médio que passou pela mesma experiência um ano antes. Enquanto isso, dentro de casa, o rapaz começa a entender os segredos por trás da mudança repentina de estado.

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Por Lara Santana

Lara Santana é chefe de edição do Café com Net, colaborando também como Social Media e roteirista da revista. Estudante de jornalismo, ela veste a camisa e é uma "cafezete" orgulhosa. Está sempre aprendendo e compartilhando conhecimento, se engajando voluntariamente e liderando mudanças, sendo um dos grandes símbolos da nossa representatividade e paixão pela cultura.

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