Se fomos resumir: As nuvens são criadas quando o vapor de água, um gás invisível, se transforma em gotículas de água líquida. Essas gotículas de água se formam em pequenas partículas, como poeira, que estão flutuando no ar.

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Imagem/Reprodução: iStock B&M Noskowski

Você pendura uma toalha molhada e, quando voltar, está seca. Você coloca uma tigela de água para o seu cão e, quando olha de novo, o nível da água cai mesmo que o Rex não esteja perto da tigela.
Para onde foi a água que faltava? Evaporou. Isso significa que parte da água líquida da toalha ou tigela se transformou em um gás invisível chamado vapor de água e se afastou na atmosfera. (Observe que “evaporado” contém a palavra “vapor”.)
O mesmo acontece constantemente com oceanos, lagos, rios, pântanos, piscinas — e em todos os lugares a água está em contato com o ar.
A água líquida se transforma em gás quando as moléculas de água obtêm energia extra de uma fonte de calor, como o sol, ou de outras moléculas de água que entram nelas. Essas moléculas energéticas escapam da água líquida na forma de gás. No processo de mudança de líquido para gás, as moléculas absorvem o calor que elas carregam na atmosfera. Isso esfria a água que eles deixam para trás.
O calor faz com que a parte líquida da água — de lugares como oceanos, rios e piscinas — se transformem em um gás invisível chamado vapor de água. Esse processo é chamado de evaporação e é o começo de como as nuvens são formadas. Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / Alex Novati.
O ar pode reter apenas uma certa quantidade de vapor d’água, dependendo da temperatura e peso do ar — ou pressão atmosférica — em uma determinada área. Quanto mais alta a temperatura ou a pressão atmosférica, mais vapor de água o ar pode reter. Quando um certo volume de ar está retendo todo o vapor de água que pode conter, diz-se que está “saturado”.
Quando o vapor vai para a atmosfera, encontra o ar em temperatura mais baixa, assim fazendo com que o vapor vire a gota líquida, ou até congele, quando a temperatura fica muito baixa, criando cristais de gelo, e iniciando o processo de formação de nuvens. Se esta condensação de vapor ocorre perto do solo, forma-se as neblinas. Fonte: EBC
Até aqui foi muito fácil entender não é mesmo? Porém por incrível que pareça a complexidade por trás das nuvens é muito maior. De fato, as nuvens são consideradas um dos aspectos mais desafiadores da ciência climática.
Isso porque entender verdadeiramente as nuvens exige uma compreensão mais profunda de toda a atmosfera. Os cientistas estão sempre trabalhando para aumentar sua compreensão, com a ajuda de satélites como os do Terra, Aqua, Aura, CALIPSO, CloudSat e outros satélites da NASA que observam diferentes aspectos das nuvens.
E se você quer saber como é o processo da chuva, clique aqui e vá para o nosso artigo falando especificamente sobre.
FONTES (3):
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Por Felype Oliveira

Felype Oliveira é criador do Café com Net, além de administrar a revista digital, também atua como social media, web designer e roteirista.

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